segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tratar Os Outros Com Respeito

Romanos 12:10 - Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.

Viver em comunidade nunca é coisa fácil. Principalmente quando convivemos com uma grande variedade de pessoas que desenvolveram condutas diferentes. Por isso, Paulo nos ensina: “Amem uns aos outros com o amor de irmãos em Cristo e se esforcem para tratar uns aos outros com respeito” (Romanos 12:10).

Se fosse fácil viver juntos, a Bíblia não se ocuparia do assunto. O fato de que todos começamos do mesmo jeito, isto é, a partir de reconhecimento de pecado, de submissão ao perdão do Senhor e de dependência de Deus pela fá, faz com que as diferenças que cada um trouxe consigo signifiquem um desafio para a vida harmoniosa. Paulo propõe duas atitudes, para conseguirmos viver em paz, na comunidade cristã. A primeira, essencial, é viver “com o amor de irmãos em Cristo. Reconhecer o poder e a necessidade do amor em cisto é o caminho de eliminar diferenças. Porque Cristo é poderosamente imutável. Ele é “o mesmo ontem, hoje e para sempre”. O Cristo que resolveu os problemas das igrejas do primeiro século continua capaz de resolver as desavenças do nosso século.

A segunda parte da proposta de Paulo exige de nós um esforço consciente. Tratar os outros “com repeito” levanta a pergunta: e aqueles que não se dão ao respeito e que acham natural desrespeitar os outros? A resposta de Jesus é desconcertantemente simples: ande com eles a “segunda milha”... Quando limitamos nossa paciência à primeira milha, contribuímos para o desrespeito mútuo, no convívio cristão. Teremos igrejas em que cada um se verá como certo e em que o desrespeito mútuo matará o amor!

domingo, 29 de junho de 2014

A subordinação na criação



1 Coríntios 11:7 - O homem, pois, não deve cobrir a cabeça, porque é a imagem e glória de Deus, mas a mulher é a glória do homem.

 
Paulo parece ter em mente a criação quando afirma que o homem é a imagem e a glória de Deus. Provavelmente recordando de Gn 1.26, o momento em que Adão foi criado foi o ápice da criação. Deus disse a seu respeito que ele era a imagem de Deus, e por trazer consigo tal imagem, ele é o ser criado que melhor resplandece a glória divina. Por isso, não deve estar coberto, para que essa glória resplandeça. Não deve estar sob a autoridade de nenhuma outra criatura, pois sua cabeça é Cristo, e quando Ele se submete a esse governo, ele glorifica a Deus.

A mulher, contudo, na subordinação estabelecida por Deus, é a glória do marido. Uma mulher que se comporte com temor e decência mostra que honra seu marido e que aceita a ordem que Deus nos deixou. Ela honra o homem, reconhecendo que veio dele e que foi criada por causa dele.

sábado, 28 de junho de 2014

Somos do Senhor


Romanos 14:8 - Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor.



 
Paulo estabelece o princípio mais amplo e rigoroso para o comportamento diário do cristão: “Se vivemos, é para o Senhor que vivemos; e, se morremos, também é para o Senhor que morremos. Assim, tanto se vivemos como se morremos, somos do Senhor” (Romanos 14:8).

Quanto de nós deve ser entregue ao Senhor? Será o dízimo daquilo que somos ou temos? Paulo diz que não. Se é que o assunto é porcentagem, o apóstolo é categórico: nem dez por cento, nem quinze, nem vinte – nossa entrega que faz sentido é de apenas cem por cento. Pela simples razão de que “somos do Senhor”.

O grande perigo do estabelecimento de cotas, no que se refere à entrega que devemos ao Senhor é a tentação de quantificar a qualidade espiritual de nossa vida cristã. Em contraposição às tradições religiosas, Jesus esclareceu: “não é pelo muito falar que seremos ouvidos” por Deus. A oração de qualidade foi feita pelo publicano que, ao conversar com o Senhor, confessou a totalidade da sua humildade e foi ouvido. Somos do Senhor. Isto elimina qualquer tipo de negociação ou barganha, no nosso relacionamento com o Cristo. Dar menos do que aquilo que somos é não entender da matemática divina.